Preenchimento com Ácido Hialurônico no Tatuapé
Repor volume perdido, suavizar sulcos e redefinir contornos da região orofacial — com uma substância que o próprio corpo produz.
O ácido hialurônico é uma substância já presente no organismo, responsável por sustentar e hidratar os tecidos. Com o tempo, a produção natural cai, e com ela o volume da face. O preenchimento devolve esse volume de forma localizada, usando um gel reabsorvível aplicado por injeção. É um dos procedimentos estéticos mais realizados — e, ao contrário do que a propaganda sugere, não é o mesmo que botox nem resolve as mesmas coisas.
Não é permanente — e isso é uma vantagem, não um defeito
é a faixa de duração típica, conforme o produto usado, a região aplicada e o metabolismo de cada pessoa
É reversível
Se o resultado não agradar ou houver intercorrência, existe uma enzima que dissolve o produto. Poucos procedimentos estéticos oferecem isso.
Substância do próprio corpo
O ácido hialurônico já existe na pele, nas articulações e nos olhos. O gel usado é uma versão produzida em laboratório da mesma molécula.
Efeito já na cadeira
Diferente do botox, que leva dias para agir, o volume aparece na hora. O que muda nos dias seguintes é a acomodação do produto e o fim do inchaço.
Região orofacial
A atuação do cirurgião-dentista se dá no complexo orofacial. Na avaliação definimos o que está dentro desse campo e o que não está.
Onde o preenchimento atua — e onde não
Preenchimento repõe volume. Ele não levanta pele flácida, não substitui cirurgia e não age sobre a musculatura — isso é trabalho da toxina botulínica. Entender essa diferença evita a frustração mais comum de quem chega querendo um resultado que o produto não entrega.
Lábios
Volume, definição de contorno e correção de assimetria. A dose conservadora é o que separa um resultado natural de um artificial.
Sulcos e linhas
O sulco entre o nariz e o canto da boca, e as linhas que descem dele, costumam responder bem à reposição de volume.
Mento e contorno mandibular
Projeção do queixo e definição da linha da mandíbula — regiões que dialogam diretamente com a oclusão e o perfil.
Não corrige flacidez
Pele que perdeu sustentação não sobe com volume. Preencher nesse cenário costuma pesar a região em vez de levantar.
Não muda o seu rosto
Referência trazida de foto de outra pessoa raramente se aplica. A base óssea e a proporção de cada face limitam o que é possível.
Quando adiamos
Infecção ativa na região, doença autoimune em atividade, gestação e amamentação são situações em que preferimos esperar.
Como conduzimos
1. Avaliação
Exame da face em repouso e em movimento, histórico de saúde e conversa sobre o que incomoda. Nem sempre o preenchimento é a resposta.
2. Planejamento
Definimos regiões, produto e quantidade, e explicamos o que esperar. Trabalhamos por etapas: é mais fácil acrescentar do que remover.
3. Aplicação
Feita no consultório, com anestesia tópica e produto registrado na ANVISA. A sessão costuma durar de 30 a 60 minutos.
4. Retorno
Reavaliação em cerca de 15 dias, quando o produto já acomodou. Se faltar algo, ajustamos ali — e não no dia da aplicação.
O que a propaganda sobre preenchimento costuma esconder
Três coisas. Primeiro: existe risco vascular — o produto aplicado dentro de um vaso pode comprometer a circulação local. É raro, mas é a complicação séria, e o que a previne é conhecimento de anatomia, não preço baixo. Segundo: mais produto não é melhor resultado — o aspecto artificial que se vê por aí costuma ser excesso, não falta. Terceiro: não é tratamento único, é manutenção: o corpo reabsorve, e a decisão de repetir volta em um ou dois anos. Quem promete resultado definitivo numa sessão está vendendo outra coisa.
Dúvidas frequentes
Usamos anestesia tópica antes da aplicação, e a maioria dos produtos já vem com anestésico na composição. O relato mais comum é de desconforto, não de dor. Lábios são a região mais sensível e recebem atenção extra nesse preparo.
De 6 a 18 meses, a depender do produto, da região e do metabolismo de cada pessoa. Áreas de muito movimento, como os lábios, tendem a reabsorver mais rápido que regiões de sustentação, como o mento. Não existe preenchimento com ácido hialurônico permanente — se alguém oferecer isso, não é ácido hialurônico.
Sim. Existe uma enzima, a hialuronidase, que dissolve o produto. É a principal diferença em relação a procedimentos definitivos como a bichectomia, em que o que foi removido não volta. Essa reversibilidade é também o que permite agir rápido diante de uma intercorrência.
Inchaço leve e eventuais hematomas são esperados nos primeiros dias, mais perceptíveis nos lábios. A maioria das pessoas retoma a rotina no dia seguinte. Se você tem um compromisso importante, o bom senso é agendar com pelo menos duas semanas de folga.
São coisas diferentes, e muita gente chega confundindo. O preenchimento repõe volume onde ele faltou. A toxina botulínica relaxa musculatura, suavizando linhas de expressão e tratando bruxismo. Em alguns planejamentos os dois se somam; em outros, só um resolve.
O Conselho Federal de Odontologia reconhece a Harmonização Orofacial como área de atuação do cirurgião-dentista, dentro do complexo orofacial. Há discussão judicial em curso sobre o alcance dessa competência, sem decisão definitiva até o momento. Preferimos dizer isso abertamente: se o entendimento final mudar, deixamos de oferecer o procedimento.
Quem realiza este tratamento
Dra. Renata Thomaz
Diretora clínica da Redentes, com formação em harmonização facial. Conduz o planejamento por etapas e com dose conservadora — na avaliação, diz com clareza quando o preenchimento não é o caminho.
Vamos ver se o preenchimento é o caminho
Na avaliação examinamos a face, entendemos o que incomoda você e explicamos o que o preenchimento muda — e o que não muda. Se outro caminho fizer mais sentido, dizemos. Avaliação não é compromisso.
Clínica Odontológica Redentes — Rua Padre Estevão Pernet, 160, conj. 1108/1109, Tatuapé, São Paulo/SP.
Segunda a sexta, das 08h às 18h. Atendimento particular com hora marcada.
Responsável técnica: Dra. Renata da Carvalhinha Thomaz Honorato — CRO 92132/SP.