Prótese Dentária no Tatuapé
Reabilitação para quem perdeu um, alguns ou todos os dentes — com a solução escolhida a partir do seu caso, não de um catálogo.
Prótese é o que devolve a parte visível e a função do dente. Ela pode se apoiar nos dentes que restaram, na gengiva ou em implantes — e é essa escolha que define conforto, estabilidade e durabilidade. Nem todo caso pede implante, e nem toda prótese precisa ser removível. O que existe é a opção certa para a sua boca, seu osso e sua rotina.
A diferença entre uma prótese que funciona e uma que incomoda está no planejamento
é a faixa de durabilidade das próteses, conforme o tipo, a manutenção e o acompanhamento periódico
Volta da mastigação
Recuperar os dentes de trás muda a alimentação: você volta a distribuir a força da mordida e a comer sem escolher pelo que é mais macio.
Fala mais clara
Dentes ausentes na frente alteram a pronúncia. A prótese devolve os pontos de apoio que a língua usa para articular os sons.
Equilíbrio da arcada
Quando falta um dente, os vizinhos tendem a inclinar e o antagonista a extruir. A prótese ocupa o espaço e evita esse desarranjo.
Naturalidade
Formato, cor e translucidez são escolhidos para conversar com os dentes que você já tem — o objetivo é não parecer prótese.
Os tipos e quando cada um se aplica
A quantidade de dentes ausentes, a condição do osso e da gengiva e o que você espera do resultado definem o caminho.
Coroa
Recobre um dente muito destruído ou tratado por canal, devolvendo forma e resistência. Fixa, não sai da boca.
Ponte fixa
Substitui um ou mais dentes apoiando-se nos vizinhos, que precisam ser desgastados para receber a estrutura.
Prótese sobre implante
A coroa se apoia no implante, não nos dentes ao lado. É a opção que mais preserva o que você ainda tem.
Prótese parcial removível
A conhecida ponte móvel. Apoia-se nos dentes remanescentes e na gengiva, e é retirada para higienização.
Prótese total
A dentadura, para quem perdeu todos os dentes da arcada. Apoia-se na gengiva e depende da forma do rebordo para estabilizar.
Overdenture e protocolo
Próteses estabilizadas por implantes. A overdenture ainda é removível, mas firme; o protocolo é fixo e só o dentista remove.
Como conduzimos
1. Avaliação
Exame da gengiva, dos dentes remanescentes e do osso. É aqui que se define se a base para a prótese está saudável.
2. Planejamento e moldagem
Escolhemos o tipo junto com você, comparando conforto, estética, durabilidade e etapas envolvidas.
3. Confecção e provas
A peça é feita em laboratório e ajustada em provas sucessivas, até encaixe e mordida ficarem corretos.
4. Instalação e ajustes
Depois de instalada, retornos de ajuste fazem parte do processo — principalmente nas primeiras semanas.
Prótese e implante não competem — se complementam
Muita gente chega achando que precisa escolher entre os dois. Na prática, o implante substitui a raiz e a prótese devolve a coroa: em boa parte dos casos, os dois trabalham juntos. Uma dentadura que se desloca pode ser estabilizada com implantes; uma prótese fixa precisa de algo que a sustente. Se você já usa prótese e não está satisfeito, vale entender o que mudou desde que ela foi feita. Conheça nossa página de implantes.
Dúvidas frequentes
Depende de quantos dentes faltam, de quanto osso você tem e da saúde dos dentes que restaram. A fixa costuma dar mais conforto e segurança na mastigação; a removível é menos invasiva e mais acessível, e é a indicação certa em vários casos. Não existe uma opção superior em abstrato — existe a adequada ao seu caso, e ela só se define depois do exame.
Varia bastante conforme o tipo e o cuidado. Como referência de mercado: próteses totais e parciais removíveis costumam durar em torno de 5 a 8 anos, coroas fixas de 10 a 15 anos, e próteses sobre implantes podem passar de 15 anos com revisões em dia. A gengiva e o osso mudam com o tempo, então reavaliações periódicas fazem parte.
Os procedimentos que exigem preparo do dente são feitos com anestesia local, sem dor durante. Nas próteses removíveis não há cirurgia. O desconforto mais comum é o de adaptação nos primeiros dias, e é justamente para isso que existem os retornos de ajuste.
Tem, e quase sempre não é preciso conviver com isso. Prótese que solta ou fere costuma indicar desajuste — o rebordo ósseo reabsorve com os anos e a peça deixa de assentar. Dependendo do caso, a saída é reembasar, refazer ou estabilizar com implantes. Vale reavaliar em vez de recorrer a adesivos por tempo indeterminado.
Para próteses fixas, a adaptação é geralmente rápida. Para removíveis, as primeiras semanas exigem paciência: fala e mastigação estranham no começo e melhoram com o uso. Comer alimentos macios e em pedaços menores nos primeiros dias ajuda bastante.
Muitas vezes sim. A avaliação verifica quanto osso restou — anos de dentadura tendem a acelerar a reabsorção óssea, e isso pesa na decisão. Havendo osso suficiente, é possível partir para overdenture ou protocolo. Não havendo, o enxerto pode ser um caminho. Só o exame de imagem responde.
Vamos descobrir qual prótese faz sentido para você
Na avaliação examinamos, comparamos as opções em português claro e apresentamos etapas, prazos e o que esperar de cada uma. Avaliação não é compromisso.
Clínica Odontológica Redentes — Rua Padre Estevão Pernet, 160, conj. 1108/1109, Tatuapé, São Paulo/SP.
Segunda a sexta, das 08h às 18h. Atendimento particular com hora marcada.
Responsável técnica: Dra. Renata da Carvalhinha Thomaz Honorato — CRO 92132/SP.