Laserterapia no Tatuapé
Luz de baixa potência aplicada sobre o tecido para controlar dor, acelerar cicatrização e tratar lesões de boca — sem corte e sem anestesia.
A laserterapia não corta e não aquece o tecido. É luz em comprimento de onda específico que atinge a célula e estimula seu metabolismo — o que se traduz em menos dor, menos inchaço e reparo mais rápido. Na prática, ela quase nunca é o tratamento principal: entra ao lado dos outros, encurtando o desconforto de quem está em recuperação ou convivendo com dor crônica.
É complemento, e isso não diminui o que ela faz
a aplicação não exige anestesia — a pessoa costuma sentir, no máximo, um leve aquecimento no local
Para que usamos
São muitas indicações, e elas se organizam em quatro motivos de consulta. Em todos, o laser entra somado ao tratamento — não no lugar dele.
Dor e disfunção
Dor e estalo na articulação da mandíbula (DTM/ATM), neuralgia do trigêmeo, trismo — quando a boca não abre bem —, desconforto nos dias seguintes ao ajuste do aparelho ortodôntico e sensibilidade após o preparo de uma restauração.
Lesões de boca
Afta, herpes labial, candidíase e mucosite. Nessas, quanto mais cedo o laser é aplicado, melhor tende a ser a resposta — em herpes, o ideal é na fase inicial, antes da bolha se formar.
Reparo e recuperação
Pós-operatório em geral, cicatrização ao redor de implantes, apoio no tratamento de periodontia e parestesia — a dormência que pode surgir depois de uma cirurgia e que a laserterapia ajuda a recuperar.
Sensibilidade e boca seca
Hipersensibilidade dentinária — aquela físgada no gelado ou no doce —, xerostomia, que é a sensação de boca seca, e queixas de sinusite com repercussão na face.
Terapia fotodinâmica
É uma variação da técnica, usada quando há infecção a controlar. Aplica-se um corante sobre a região, que adere aos microrganismos, e em seguida a luz do laser — a reação entre os dois reduz a carga microbiana no local. Usamos como apoio em candidíase, mucosite e em casos de periodontia, somada ao tratamento convencional, nunca no lugar dele.
O que a laserterapia não é
Ela não substitui tratamento. Afta volta se a causa não for identificada; gengiva inflamada precisa de raspagem; dente com cárie precisa de restauração. O laser encurta o desconforto e favorece o reparo — não resolve o que gerou o problema. Também não é sessão única garantida: a resposta varia de pessoa para pessoa, e o número de aplicações se define no acompanhamento. Quem promete resultado fixo em uma sessão está simplificando demais.
Dúvidas frequentes
Não usamos anestesia. A ponta do aparelho é encostada ou mantida próxima da região, e o relato mais comum é de um leve aquecimento — algumas pessoas não sentem nada. A aplicação dura poucos minutos por ponto.
Depende do caso. Uma afta ou um herpes em fase inicial costumam pedir poucas aplicações; dor articular e parestesia costumam exigir uma série ao longo de semanas. Definimos isso no acompanhamento, reavaliando a resposta — e não prometemos um número fechado antes de ver como o seu caso responde.
Sim. Evitamos aplicar sobre lesões de natureza não esclarecida ou com suspeita de malignização, e sobre a tireoide. Gestação, uso de medicação fotossensibilizante e algumas condições de saúde pedem avaliação antes. Por isso o histórico de saúde é levantado na primeira consulta.
Não. São equipamentos e finalidades diferentes. A laserterapia desta página é de baixa potência e atua sobre o tecido para controlar dor e favorecer reparo. O que se usa em clareamento tem outra função, ligada à ativação do gel.
Costuma ser indicada nos dias seguintes ao ajuste, quando o dente fica dolorido à mordida. Não acelera a movimentação nem encurta o tempo de tratamento ortodôntico — atua no desconforto, que é o que mais faz gente desistir no começo.
Não. A laserterapia se soma ao que já está em curso, inclusive medicação prescrita por outro profissional. Avise na consulta o que você usa: algumas medicações aumentam a sensibilidade à luz e mudam o parâmetro de aplicação.
Tem dor ou lesão que não passa?
Na avaliação identificamos a causa e explicamos se a laserterapia tem lugar no seu caso — sozinha ou somada a outro tratamento. Avaliação não é compromisso.
Clínica Odontológica Redentes — Rua Padre Estevão Pernet, 160, conj. 1108/1109, Tatuapé, São Paulo/SP.
Segunda a sexta, das 08h às 18h. Atendimento particular com hora marcada.
Responsável técnica: Dra. Renata da Carvalhinha Thomaz Honorato — CRO 92132/SP.